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Terapeuta Ocupacional: O que faz? Quanto ganha? O que estuda?

Qual a função de um Terapeuta Ocupacional?


Quando se pensa em terapia ocupacional, é comum imaginar algo que envolva o ambiente de trabalho. E, de certo modo, não está errado pensar assim, mas o terapeuta ocupacional também auxilia na execução de qualquer tarefa motora e de qualquer movimento necessário para se fazer qualquer coisa. Por isso, é voltada para atividades cotidianas, de pessoas que também possam sofrer de problemas físicos, sensoriais e motores.

Assim, o terapeuta ocupacional foca em desenvolver, junto ao paciente, maneiras menos danosas de se executar movimentos. É uma profissão que busca atender a demanda por conforto de pessoas com necessidades especiais, como idosos ou portadores de condições de saúde que agravaram a capacidade articulatória dos membros.

Além disso, também podem auxiliar pacientes a se recuperarem de uma condição psicológica que afete seu desempenho. Casos como estresse, depressão e outros podem ter auxílio de um terapeuta ocupacional.

Outra tarefa desse profissional é auxiliar pacientes que tenham casos genéticos, como síndrome de Down, Parkinson e semelhantes a desenvolver uma melhoria na sua performance social e motora.

A rotina do terapeuta ocupacional é guiar o paciente realizando um acompanhamento integral das suas atividades e fazer uma avaliação sobre seu progresso em relação a sua condição física , idade, histórico ocupacional, desenvolvimento e objetivos do paciente.

A profissão precisa de pessoas que tenham excelente compaixão, dedicação integral, atenção às necessidades exatas dos pacientes e excelente conhecimento médico da condição de saúde dos mesmos.

É uma rotina que demanda esforço, pois a variedade de pacientes inclui situações delicadas; casos como pessoas que passaram por amputações, ou sofreram acidentes tão graves e traumáticos quanto, podem deixar sequelas emocionais e precisam do terapeuta ocupacional para o apoio emocional.

Por esse motivo, há sempre um médico que encaminha seu paciente aos cuidados do terapeuta ocupacional. Ambos os profissionais compõem a missão de recuperar a pessoa, elaborar atividades que construirão o processo de como isso será feito e estimular o paciente.

Alguns colegas do terapeuta ocupacional são neurologistas, cirurgiões em geral, psicólogos, psiquiatras e até fisioterapeutas. Saiba Mais.


MERCADO DE TRABALHO

 

Existem inúmeras áreas de atuação para essa profissão, tendo em vista que os atendimentos englobam pacientes de diferentes idades e também com situações adversas. Algumas delas:

Educacional


Na área educacional, o profissional atende crianças e adolescentes com atraso no desenvolvimento psicomotor, estimulando as partes sensorial, neurológica e motora.

As atividades vão desde o brincar terapêutico, como desafios enigmáticos, até a prática de exercícios que abordam leitura, escrita e convivência com os números.

Reabilitação pós-trauma


Muita gente que sofre acidentes e perde membros do corpo, ou fica com os movimentos debilitados, pode contar com o auxílio de um terapeuta ocupacional. Nesse sentido, as tarefas vão auxiliar na recuperação de atividades rotineiras, como se vestir, escovar os dentes, tomar banho, pagar contas etc.

Clínicas privadas


Quem sofre de doenças mentais, como a depressão, encontra na terapia ocupacional um estímulo à motivação e ao bem-estar.

Com atividades diversas, o profissional conduz o paciente a aumentar a autoestima, a autoconfiança e, principalmente, a independência. São fatores que auxiliam na retomada da vida, como em uma recolocação profissional.

Gerontologia


Inúmeros terapeutas ocupacionais atuam na reabilitação e reintegração social de idosos, seja em casas de repouso, seja por meio do atendimento individualizado.

Com o aumento na expectativa de vida da população, é cada vez mais necessária a abordagem, visando a melhorias consideráveis no bem-estar e na motivação.

Psiquiatria no setor público


O profissional pode atuar, também, em setores públicos, como em Centros de Assistência Psicossocial (Caps), com foco no atendimento de pacientes que tenham algum distúrbio mental.

Entre as doenças psiquiátricas, podemos citar síndrome do pânico, distúrbio de ansiedade e alcoolismo ou no atendimento de outros tipos de doenças. Nesse caso específico, os atendimentos podem ser individualizados ou em grupo.

Reabilitação social


É fundamental a presença de um terapeuta ocupacional em centros de recuperação de menores infratores, presídios, clínicas de dependentes químicos, visando à correta reintegração social.

Dessa forma, as reincidências de crimes diminuem consideravelmente, fazendo com que os pacientes conquistem autonomia e novas formas de ocupação do tempo.


Quanto ganha um Terapeuta Ocupacional?


Os terapeutas ocupacionais poderão ganhar um piso salarial nacional de R$ 4.800, pois o Projeto de Lei 1731/2021 que define o piso salarial dos terapeutas ocupacionais já foi aprovado no Senado e aguarda agora a votação na Câmara dos Deputados.


O que é preciso para ser um Terapeuta Ocupacional?


É preciso concluir um curso superior em Terapia Ocupacional, que tem duração média de quatro anos. Além disso, o terapeuta ocupacional recém-formado deve procurar o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (CREFITO) de sua região e obter certificação para atuar. Saiba Mais.


Onde estudar Terapia Ocupacional?


 Este curso é ofertado pela UNIFAVENI na modalidade EAD, a FAVENI é considerada instituição nota máxima em qualidade em ensino, segundo o MEC e possui mais de 300 polos espalhados em todo o Brasil. Saiba Mais.


E é reconhecido?


Os cursos de graduação EAD do Centro Universitário FAVENI são devidamente credenciados pelo MEC conforme a portaria:

• Credenciamento EAD: Portaria MEC Nº 1261 de 28 de novembro de 2018.



Para saber o valor e conhecer a grade do curso, clique aqui.



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